Identificação

Água da Mina.

LISBOA

Distrito

Indicações

Usada como água de mesa

Amadora

Concelho/ Freguesia

Bibliografia

Acciaiuoli 1944.

Hipossalina

Natureza


Identificação

Pêro Moniz

LISBOA

Distrito

 

A 4km da sede de concelho

Cadaval / Pêro Moniz

Concelho/ Freguesia

Indicações

Linfatismo e dismenorreias (Contreiras, 1951)

 

 

Bibliografia

Acciaiuoli 1944, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Lopes 1892, Le Portugal hidrologique e Climatique 1930-42.

Férrea (Lopes, 1892)
Ferruginosa (Contreiras, 1951)

Natureza


Identificação

Ribeira de Arroios (Grupo da Arroios )

LISBOA

Distrito

 

Ao longo do leito da antiga ribeira de Arroios, Av. Almirante Reis, Pr. Da Figueira , Rua dos Fanqueiros.

Lisboa/ várias

Concelho/ Freguesia

Localizações

Chafariz de Arroios (destruído) – Rua Carlos José Barreiro, nº3 a 5.
Bica do Requeirão – Requeirão dos Anjos, onde é cortado pelo viaduto da Rua Febo Moniz. 
Taça do Intendente- Largo do Intendente
Bica do Desterro- Num recanto da calçada do Desterro (por de trás de uma antiga Garagem dos anos 40)
Poço do Borratém – No piso térreo do Hotel Lisboa
Palácio da Independência- Largo de São Domingos 
Amaro de Almeida (1952) incluí neste grupo nascentes que não pertencem à bacia hidrológica da Ribeira de Arroios, mas que considera da mesma natureza sulfatada: Bica do Andaluz – Largo do Andaluz;
Fonte Santa dos Prazeres – nos Prazeres inicio da rua Possidónio da Silva;
Bica do Artibelo ou dos Olhos – Rua  da Boavista,
Bica Grande – rua da bica do Artibelo;
Bica do Arsenal - Tv. Do Almargem

Sulfatas cálcicas (Almeida, 1952)

Natureza

 

 

 

 

Historial / património construído e ambiental

O Chafariz de Arroios foi construído em 1624, no Largo deste nome. No Aquilégio não merecem paragrafo que as destaque, mas quando o Dr. Mirandela tratou da Fonte da Bica do Sapato nomeou-a como “agoas puras e boas”.  Em 1848 foi transferido para a rua lateral, Rua Carlos José Barreira, nº3 a 5, neste local foram construídos uns prédios na década de 1940 sobre o antigo chafariz.
Bica do Requeirão ainda se conserva a inscrição: “O Senado da Câmara mandou fazer esta obra à custa do Tesouro Público, no ano 1636”
A Taça do Intendente das suas bicas brotou água até à década de 1990, mas já da rede pública de abastecimento. 
O Poço de Borratém serão possivelmente o local de uns banhos árabes. No Aquilégio (1726,265) é a seguinte a descrição: “Em Lisboa Ocidental, chegado às Casas do couto dos Marquezes de Cascaes, está o grande poço do Borratem, muy abundante de agoa, de que bebe a mayor parte da sua vizinhança; a qual he comuummente reputada por boa para os que padecem achaques de calor, assim bebendoa, como tomando banhos nela, do que fez algumas observações o doutor João Curvo Semedo”     
Estas observações de Curvo Semedo foram publicadas em 1697 com o título ”Polianteia Medicinal”
Depois do Terramoto de 1755 a suas águas ganharam má fama, mas Francisco Inácio dos Santos Cruz , em  Proposta sobre a Topografia Médica de Lisboa e o seu Termo, feita ao Conselho de Saúde Pública do Reino, defende a qualidade das águas do poço. Por essa época o poço é revestido por nova cobertura com dois alçapões.
Por volta de 1900 novas obras, transformam o poço num chafariz - depósito  com duas torneiras, enchido pela pressão da água, correndo o excesso a nível do chão para duas bacias (estrutura que se conserva). Da década de 1950 a iquinação das suas águas levam ao seu encerramento.
Em 1986 inicia-se a recuperação do espaço sobre orientação da arqueóloga Ana Rolo. Em 1996 o edifício é transformado no Hotel Lisboa –Tejo, que conserva anexo à recepção, o velho Poço do Borratém. É de remarcar e louvar esta iniciativa privada na preservação  patrimonial , 
Palácio da Independência, o poço do Jardim do Palácio dos Condes de Almada.
Actualmente encontra-se protegido por um vidro       
Bica do Andaluz, sobre esta comenta Amaro de Almeida (1952): Há vinte anos houve uma polémica entre Charles Lepirre e Armando Narciso sobre os nitratos desta água, construída há 600 anos foi então desviada para o esgoto. ”   
Fonte Santa dos Prazeres – nos Prazeres inicio da rua Pseudónio da Silva. A muita argamassa e cimentos sobrepostos à sua estrutura não conseguiram esconder um frontão do séc. XVI e um alto relevo representando uma caravela da mesma época. Da sua bica já não corre água, mas um ouvido atento pode ouvi-la a correr para o esgoto urbano. Na visita ao local alguns vizinhos ainda se lembravam da sua utilização curativa, remetendo essas ultimas utilizações para o início década de 1960, mas não foi possível determinar para que enfermidades se utilizava concretamente.  
Bica do Artibelo ou dos Olhos – Rua  da Boavista, é o seguinte o texto no Aquilégio (1726): “Na freguesia de São Paulo de Lisboa Occidental está huma fonte, a que chamão a Bica do Artibelo, cuja agoa tem virtude para inflamações dos olhos, tomadoa na da Bica antes de nascer o Sol, e lavandoos com ella a qualquer hora. E ha noticia de que certo Francês conhecendo o préstimo desta agoa, a estivera vendendo muyto tempo por segredo para as queyxas dos olhos, até que hum criado seu descobrira o engano.  
Bica Grande – rua da bica do Artibelo;
Bica do Arsenal - Tv. Do Almargem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poço do Borratém

 

 

 

 

 

Fonte Santa dos Prazeres

Bibliografia

Acciaiuoli 1949 e 50; Almeida, 1951; Azevedo,1652; Castilho, 1893; Cruz, 1840; Leal, 1875-80; Mastbaum 1895, Vasconcelos,1608..

 

 


Identificação

Outras nascentes de Lisboa cidade descritas no Aquilégio (1726)

LISBOA

Distrito

Historial

- Fonte da Quinta de Pedro Vasconcelos – “ Perto do lugar de Belém.. que preserva dos achaques de pedra, e áreas, no que há muytas experiências ”(174)  
- Fonte da Quinta de Mil Flores – “... que está em Palhavam .... da qual quinta é do senhor Francisco Holbeche, há uma fonte , cuja agoa tem grande virtude para diarrheas..”(175)
- Fonte da Fontainha – “ No Campo da Forca de Lisboa Ocidental, ...cuja agoa he delgada, e de bom gosto, e tem a virtude diurética...” (175) 
- Chafariz dos Cavalos –“Na rua nova de Lisboa Occidental está o grande chafariz a que chamão dos Cavallos, não porque a sua agoa sirva só para beberem as bestas, mas porque havia nelle dois cavallos de bronze, que nas hostilidades de Portugal se tiraram do seu lugar “  ( provavelmente duas esculturas romanas que segundo outros autores se localizavam no Chafariz de Dentro - Alfama) As qualidades das suas águas eram também oftalmológicas.  
- Poço das Flamengas – “No convento das Freyras Flamengas de Alcântara”, procurada para “queixas nephriticas .. e prezerva de que se gere pedra.” (263)
- Poço de Vasco Fernandes César – “ Junto a Santo Amaro, na quinta de Vasco Fernandes César, Viso Rei da Índia e do Brasil” com propriedades semelhantes ao poço das Flamengas.(264)
- Poço do Lobo – “Nas casa que fiõrão de Luiz Lobo da Sylva, junto do Convento das Freyras de Santa Apolónia”, cuja água era procurada para “intemperanças quentes das entranhas, sarnas, proidos, impigens, bustelas, e outros achaques cutâneos” (264)
- Poço da Quinta do Marquez de Abrantes – “... que fica perto de Santo Amaro, e pegada ao convento das Freyras Flamengas de Alcântara”, com virtude “diurética”.   

Lisboa/ várias

Concelho/ Freguesia


Identificação

Outras nascentes de Lisboa em utilização

LISBOA

Distrito

Historial

Fonte de Monsanto – Rua Conde de Almoster- Freguesia de São Domingos de Benfica.
A captação de água é por mina escavada no sopé norte da Serra de Monsanto. Em meados da década de 1980, com a duplicação da linha de Sintra e construção da Radial de Benfica, esta água foi canalizada para a Rua Conde de Almoster. As qualidades digestivas, a sua pureza “não vem por canos, nem é tratada”, são as razões porque são procuradas. Nos últimos anos (2005 a 2007) o seu caudal diminuiu consideravelmente,  “dantes em menos de um minuto enchia um garrafão, agora são quase cinco minutos”, para os frequentadores da fonte a razão prende-se com a obstrução da canalização da mina até à fonte, porque: “ A Junta de Freguesia não quer saber disto, ela quer é que a gente compre águas nos supermercados”. No entanto a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica faz análises bacteriologias, periódicas a estas águas, com resultados afixados em lugares públicos da freguesia.       

Lisboa/São Domingos de Benfica

Concelho/ Freguesia


Identificação

Cabeço de Montachique

LISBOA

Distrito

 

O Cabeço de Montachique destaca-se na paisagem com os 400m de altitude. 

Loures/ Lousa 
Pov. Montachique

Concelho/ Freguesia

Indicações

Anemias, anémorreias, nevroses  (Contreiras, 1951)

 

 

Instalações/ património construído e ambiental

Duas nascentes a da Mina Nova e a da Câmara.
Actualmente o Cabeço de Montachique faz parte de um Parque municipal com 32 Hectares, com diferentes serviços desportivos e ambientais

Sulfatada cálcica, ferruginosa  (Contreiras, 1951)

Natureza

Historial

Mencionadas na Memória do médico João Nunes Gago apresentada à Academia das Ciências em 1780 e arquivada na Biblioteca desta Academia (cit.Acciauoli 1944,II,84)  
No início do séc. XIX esta água era comercializada em Lisboa, como se deduz de anúncios na Gazeta de Lisboa de 1812 até 1817., com os seguintes preços: garrafa de ½ canada 200 reis; de quartilho 140 reis; de ½ quartilho 110 reis, havendo um abatimento de 60 reis pelo vasilhame (Acciauoli, 1949)    
Guilherme Eschewege na sua Memória Geognóstica, ou golpe de vista da estratificação de diferentes rochas, de 1831, classifica estas águas como águas férreas, diz haver várias nascentes. (cit. Acciauoli 1944/II,127 )
O deputado Tavares Macedo apresentou às cortes, na sessão de 20 de Julho de 1839, a proposta “… que o governo seja autorizado para dar à sociedade Pharmaceutica um conto de reis para trabalhos chimicos, especialmente a análise de águas mineraes […] vamos dar uma prova e estima a uma sociedade muito importante, uma sociedade que está fazendo grandes estudos, o que vai fazendo muita honra ao nosso Portugal”.
Transformada em lei a 31 de Julho de 1839, a Sociedade Farmacêutica Lusitânia realizou ainda nesse ano a análises das nascentes nos arredores de Lisboa : Casal de Barras; Vale de Camarões; Quinta da Sadinho; Quinta dos Ribeiros; Quinta do Botão de Baixo; Cabeço de Montachique; Venda Seca e Vale de Lobos. 
Lopes (1892)  escreveu: “ há várias nascentes de água férrea, sendo a mais importante a da Estrada junto do chafariz” 
Já no séc. XX nesta zona é instalada um estabelecimento climatérico, para tratamento da tuberculose, que estará em funcionamento até à década de 70. 

 

 

Bibliografia

Acciaiuoli 1944, Acciaiuoli 1949-50, Eschwege 1831, Carvalho 1920, Chernovitz 1878, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Dujardin 1887-95, Gago 1780, Lopes 1892, Pereira 1843, Diários da Câmara dos Senhores Deputados, ano de 1839,
Gazeta de Lisboa de 13 de Julho de 1812,  Le Portugal hidrologique e Climatique 1930-42.

 

 


Identificação

Águas da Tapada de Mafra

LISBOA

Distrito

Indicações

Estômago, fígado e rins (Contreiras, 1951)

Mafra/ Lugar: Tapada de Mafra

Concelho/ Freguesia

Historial

Duas nascentes, uma de água férrea e outra purgativa, fechadas numa casa amouriscada" Jornal da sociedade Farmacêutica Lusitânia, 1839 .
Francisco Leite de Almeida (1845) fala de umas águas em Mafra que têm balneário com 4 banheiras em alvenaria
Lopes (1892) escreveu sobre estas águas: “Na Tapada Real e quase defronte do lugar Musgueira, dentro de uma pequena casa no principio do vale, brotam duas nascentes de água mineral[…] Bicarbonatadas cálcicas e gasocarbónicas analisadas por Baleizão em 1845”

Bicarbonatada cálcica (Contreiras, 1951)

Natureza

Bibliografia

Acciaiuoli 1944, Acciaiuoli 1949-50, Almeida 1845, Baleizão 1845, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Lopes 1892, Le Portugal hidrologique e Climatique 1930-42.

 

 


Identificação

Fonte de São Julião

LISBOA

Distrito

 

Nas falésias a norte da praia de São Julião, abaixo do Santuário do mesmo nome. 
A água é sobretudo utilizada em ingestão nas festas do patrono

Mafra / Carvoeiro /Santuário de São Julião

Concelho/ Freguesia

Instalações/ património construído e ambiental

Os vestígios arqueológicos de um povoado na vizinha praia de S. Julião remontam ao período Mesolítico (9000 anos), na falésia sobre a praia ergue-se o Santuário de S. Julião, construído no séc. XVI, sobre uma estrutura já então existente e que poderá corresponder a um local de culto antiquíssimo cristianizado. O templo foi totalmente reformado em meados do séc. XVIII, trata-se de uma edificação religiosa típica desta região com o seu alpendre junto da fachada onde se destaca um bem conservando pórtico ao gosto maneirista. O Interior é coberto por azulejos historiados sobre a vida de S. Julião e Santa Basilissa, patronos dos leprosos. 
A capela no extremo de um largo terreiro é ladeada por casas de romeiros.
Por detrás do templo um belo cruzeiro (séc. XVIII) marca o início do caminho para as fontes, também estas reformadas em 1788, com obras de renovação a cargo da Junta de Freguesia do Carvoeiro em 1961.

 

 

 

 

 

 

Historial

Das qualidades curativas que os romeiros atribuíam a esta água já não há memória, mas a festa feita em honra deste casal de santos, protectores do leprosos a 6 de Janeiro, remetem para a pratica de ritos com a água, ainda hoje os romeiros incluem na sua ida ao santuário uma visita à fonte.

 

 


Identificação

Água de Caneças

LISBOA

Distrito

 

Nascentes em vários locais da freguesia

Odivelas  / Caneças

Concelho/ Freguesia

Historial

Lopes (1892) escreveu: “Perto de Caneças brotam algumas nascentes de águas férreas, que merecem estimação. Uma conhecida pelo nome Vale Camarões na Quinta do Bortão de Baixo[…], Fontainhas […]e a 1Km de Caneças no Vale de Nogueiras a Fonte do Doutor…” 
 As Águas de Caneças eram comercializadas em Lisboa até finais da década de 80, em bilhas seladas e distribuídas de porta à porta em pequenas camionetas, que equilibravam este transporte de forma piramidal.  

- Alvarás de concessão:
Fonte dos Castanheiros, concessão dada por Portaria de 21 de Setembro de 1932 à Sociedade de Água de Caneças.
Água das Pissarras, concessão dada por Portaria de 5 de Abril de 1932 a favor de António Mateus dos Santos  e Armando Mateus dos Santos.
Água da Quinta de Castelo de Vide. Concessão dada por Portaria de 5 de Abril de 1933 a favor de Aniceto dos Santos Paisano.
Água da Serra dos Moinhos, concessão por Portaria de 1928, a favor Albino Domingos da Silva

 

Bibliografia

Lopes 1892

 

 


Identificação

Monte S.Miguel / Quinta das Freiras

LISBOA

Distrito

Indicações

Usada como água de mesa. 

Oeiras / Barcarena

Concelho/ Freguesia

Bibliografia

Acciaiuoli 1944

Hipossalina carbogasosa, carbonata cálcica cloretada

Natureza


Identificação

S. Marçal

LISBOA

Distrito

 

Estrada de S.Marçal, na zona Oeste dos grandes armazéns de Alfragide, mas já no concelho de Oeiras.

Oeiras / Carnaxide

Concelho/ Freguesia

Indicações

Dispepsias, gastro-enterites, fígado e rins (Contreiras, 1951).
Usada como água de mesa.

1926 – Alvará de Concessão, publicado DG, nº220, 2ª série, de 18/9/1926

 

Historial

No relatório de reconhecimento de Segurado (1926) é feita a seguinte descrição: “ a água brota das paredes, ao fundo de uma galeria de 94m, aberta no basalto, donde segue para um tanque de alvenaria hidráulica e daí, em tubo de grés, para um reservatório junto às instalações de engarrafamento. (cit. Acciaiuoli, 1944,IV-252)  
No Anuário (1963) informa que esta água era vendida em garrafas e garrafões natural ou gaseificada e servia ainda na preparação de refrigerantes.

Bicarbonatada Cálcica e Magnesiana (Contreiras, 1951)

Natureza

Bibliografia

Acciaiuoli: 1936; 1937; 1940; 1941; 1942; 1944; 1947;1948a;  1948b; 1949-50; 1953.Calado 1995, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Lepierre 1919, Lepierre 1924, Segurado 1926, Águas minerais do continente e Ilha de S.Migue. 1940, Anuário Médico-hidrológico de Portugal 1963, Le Portugal hidrologique e Climatique 1930-42.

 

 


Identificação

Vale de Lobos

LISBOA

Distrito

 

Quinta dos Ribeiros

Sintra / Almargem do Bispo .

Concelho/ Freguesia

Historial

Água férrea analisada pela Sociedade Farmacêutica Lusitânia em 1845.  
Lopes (1892), escreve “.. em terreno argiloso, brota uma nascente de água férrea, com caudal de 14.400 litros/ dia.” 

Férrea

Natureza

Bibliografia

Lopes 1892.

 

 


Identificação

Monte Banzão

LISBOA

Distrito

Indicações

Aparelho digestivo e rins (Contreiras, 1951)

Sintra/ Colares

Concelho/ Freguesia

Instalações/ património construído e ambiental

A emergência da água é no fundo de um poço que atravessa as areias (Acciaiuoli, 1944)

Alvará de concessão de  30/11/1906, abandonadas 4/8/1937.

 

Bibliografia

Acciaiuoli 1944, Andrade 1906, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Machado 1904, Pestana 1905.

Fracamente mineralizada, radioactiva (Contreiras, 1951)

Natureza


Identificação

Zambujal

LISBOA

Distrito

 

É hoje uma zona suburbana entre as urbanizações da Tapada das Mercês e a do Bairro do Zambujal, na Av. Das Forças Armadas

Sintra / Rio de Mouro / Cabeço da Fonte –Bairro do Zambujal. 

Concelho/ Freguesia

Indicações

Dispepsias átonas e doenças da pele (Contreiras.1951)

Alvará de concessão de  10/05/1905, foram declaradas abandonadas em 25/9/1935

 

 

 

Instalações/ património construído e ambiental

A água brota de um furo de sonda com a profundidade de 6 m, aberto no fundo de um poço com 13m. Com um débito de 42 l/h e uma mineralização total de 852 mg/l

Lepierre analisou-as em 1907, classificando-a de bicarbonatada cálcica e magnésia, levemente cloretada, hipossalina

Natureza

Bibliografia

Acciaiuoli 1944, Contreiras 1937, Contreiras 1951, Lepierre 1907, Pego1909, Le Portugal hidrologique e Climatique 1930-42.

 

 


Identificação

Fonte de Santa Eufémia – Fonte do banho

LISBOA

Distrito

Indicações

Doenças de pele (popular). As últimas referências de utilização desta água em problemas dermatológicos remontam à década de 1960.

Sintra/ São Pedro de Penaferrim

Concelho/ Freguesia

Instalações/ património construído e ambiental

A Mártir Santa Eufémia é protectora das doenças de pele, no templo que se ergue a 463m, no alto de São Pedro, encontra-se uma fonte num espaço abobadado anexo à igreja, resultado de uma reforma do século XIX sobre um templo do séc. XIII. Não será esta a fonte santa referida na cura de doenças de pele, mas outra que se encontra a cerca de 200m na vertente NO do morro de Santa Eufémia.
A Fonte é ladeada por duas construções onde outrora existiram banheiras para tratamento, ao centro de uma bica em forma de canhão corre actualmente um fio de água, sobre este um aviso da C.M. de Sintra “Água não Controlada”.

 

 


Identificação

Fonte dos Coches

LISBOA

Distrito

 

Dentro do parque dos Cucos do lado direito da alameda.

Torres Vedras /Lugar: Termas dos Cucos

Concelho/ Freguesia

Historial

“ A 2km a Este desta vila fica o lugar de Coxos[…] Brota esta água mineral, em sítio muito sujeito a inundações fluviais, junto à margem do rio Sisandro, fronteiro e muito perto da nascente da água dos Cucos. Parece ter constituição e propriedades idênticas a esta […]será uma cloretada sódica” (Lopes, 1892)
Acciaiouli (1950) no índice remete para os Cucos

 

 

Bibliografia

Acciaiouli 1949-50, Lopes, 1892.

 

 


Identificação

Vale da fonte

LISBOA

Distrito

Historial

A 500m da nascente dos cucos e a 50m da Estrada que vai de Runa para Torres Vedras. É aproveitada para banhos num pequeno estabelecimento balnear […] parecem idênticas, mas mais pobres, que as de Cucos”. (Lopes, 1892)
Será a a mesma referida por Mangorrinha?
Águas da Fonte de Torres Vedras – Esta fonte está situada a quase 50 metros da estrada que vai de Runa para Torres Vedras, e, pouco mais ou menos, a 1 quilómetro desta vila e a uns 500 metros da fonte dos Cucos. O sítio onde a água brota permite estabelecer-lhe banhos durante o Verão. ( Águas da Província da Estremadura, 1865 – cit. Mangorrinha 2000,49)

Torres Vedras

Concelho/ Freguesia

Bibliografia

Lopes, 1892, Mangorrinha 2000

 

 


Identificação

Águas Férreas de Torres Vedras

LISBOA

Distrito

 

Em 1845 Oliveira e Silva, referiu-se às águas de um chafariz, cuja nascente de águas férreas era protegida por uma pequena construção, tendo sido descoberta 60 ou 70 anos antes, ou seja no último quartel do séc. XVIII. Deverá ser esta que Lopes (1892) descreveu: “Brota no Casal do Chafariz, a cerca de 3Km para Norte da Vila, em terreno silicioso próximo à povoação de Amiais, dando uma água férrea”.
Na visita ao local um morador nas redondezas afirmou:  “Duvido muito que vá dar com essa fonte, que aquilo foi tudo remoído com a auto-estrada. Isso deve ser para a Quinta do Angelus que aí é que é o casal do chafariz, antigamente aquilo era a Quinta dos Salgados. Eu tenho a impressão que aí é que havia uma fonte, mas agora aquilo foi tudo aterrado, não sei onde é que estará a água.

Torres Vedras  / Torres Vedras  /Lugar: Casal do Chafariz

Concelho/ Freguesia

Indicações

Lopes 1892, Silva 1845.